
Eram 8 da noite quando sai da sala de recuperação
e junto com a Monique fomos para o quarto
onde o Miro aguardava por nós.
Apesar de o corpo estar pedindo um descanso
eu não consegui dormir naquela noite
pois qualquer “ruído” que ela fizesse
era o suficiente para curvar o meu corpo e olhá-la.
No dia seguinte era sexta feira de feriado,
1° de Maio dia do Trabalhador,
o que facilitou a visita para muitas pessoas.
É sempre bom receber os amigos.
Nós pais, queremos apresentar nossos filhos.
Ouvir as pessoas dizendo que são bonitinhos
e que parece com um ou com o outro.
Acredito que somos pessoas muito queridas
pelos nossos amigos, pois a galera foi em peso.
Recebemos muitas visitas.
Em certo momento, além do Miro, Monique e eu
havia mais 12 pessoas juntas no quarto,
fora o restante que iam chegando e saindo.

Todos estavam impressionados com a Monique,
uma criança super calma, tranquila e serena,
que mesmo no meio de tanta conversa não acordava.
Mas o dia acabou e as visitas foram embora.
Então começou o nosso baile...
Nossa pequena acordou e não dormiu mais.
Estava inquieta e chorava muito.
E o baile se estendeu madrugada adentro.
O Miro já vencido pelo cansaço
deitou-se na cama ao lado e dormiu, e pior,
roncava muito e mesmo eu chamando não acordava.
Cheguei a jogar travesseiros nele,
e mesmo assim nada dele acordar.
A essa altura, eu já estava furiosa.
Eu não queria ficar sozinha naquele baile.

Lembrava das visitas que lhe encheram de “colinho”,
e que com certeza estavam dormindo em suas camas,
e eu ali sozinha, sem mais ninguém pra me ajudar.
O baile se estendeu até as 5:30 da madrugada
até que finalmente ela dormiu.
Porém dormiu junto na cama comigo
o que me deixava com medo de dormir
e acabar deitando sobre ela.
Depois que ela foi para o berço,
finalmente achei que iria descansar,
mas tudo não passou de um doce engano.
Era quase 7 horas da manhã.
Começava a troca de plantão,
e muitas conversas surgiam no corredor.
A porta do quarto se abre, era uma enfermeira,
que veio passar a medicação e verificar os sinais,
e quis saber como havia sido a nossa noite.
Eu não sabia se ria ou chorava para responder.
Após ter relatado, ela disse: Agora dorme e descansa.
Pensei em fazer isso, mas o barulho ensurdecedor
dos carrinhos passando pelo corredor não deixavam.
Eram as copeiras entregando o café da manhã.

Chega então o café, eram 8 horas da manhã.
Mais um dia começava sem eu ter dormido.
O baile havia terminado,
mas a ressaca não me deixava esquecer.
e junto com a Monique fomos para o quarto
onde o Miro aguardava por nós.
Apesar de o corpo estar pedindo um descanso
eu não consegui dormir naquela noite
pois qualquer “ruído” que ela fizesse
era o suficiente para curvar o meu corpo e olhá-la.
No dia seguinte era sexta feira de feriado,
1° de Maio dia do Trabalhador,
o que facilitou a visita para muitas pessoas.
É sempre bom receber os amigos.
Nós pais, queremos apresentar nossos filhos.
Ouvir as pessoas dizendo que são bonitinhos
e que parece com um ou com o outro.
Acredito que somos pessoas muito queridas
pelos nossos amigos, pois a galera foi em peso.
Recebemos muitas visitas.
Em certo momento, além do Miro, Monique e eu
havia mais 12 pessoas juntas no quarto,
fora o restante que iam chegando e saindo.

Todos estavam impressionados com a Monique,
uma criança super calma, tranquila e serena,
que mesmo no meio de tanta conversa não acordava.
Mas o dia acabou e as visitas foram embora.
Então começou o nosso baile...
Nossa pequena acordou e não dormiu mais.
Estava inquieta e chorava muito.
E o baile se estendeu madrugada adentro.
O Miro já vencido pelo cansaço
deitou-se na cama ao lado e dormiu, e pior,
roncava muito e mesmo eu chamando não acordava.
Cheguei a jogar travesseiros nele,
e mesmo assim nada dele acordar.
A essa altura, eu já estava furiosa.
Eu não queria ficar sozinha naquele baile.

Lembrava das visitas que lhe encheram de “colinho”,
e que com certeza estavam dormindo em suas camas,
e eu ali sozinha, sem mais ninguém pra me ajudar.
O baile se estendeu até as 5:30 da madrugada
até que finalmente ela dormiu.
Porém dormiu junto na cama comigo
o que me deixava com medo de dormir
e acabar deitando sobre ela.
Depois que ela foi para o berço,
finalmente achei que iria descansar,
mas tudo não passou de um doce engano.
Era quase 7 horas da manhã.
Começava a troca de plantão,
e muitas conversas surgiam no corredor.
A porta do quarto se abre, era uma enfermeira,
que veio passar a medicação e verificar os sinais,
e quis saber como havia sido a nossa noite.
Eu não sabia se ria ou chorava para responder.
Após ter relatado, ela disse: Agora dorme e descansa.
Pensei em fazer isso, mas o barulho ensurdecedor
dos carrinhos passando pelo corredor não deixavam.
Eram as copeiras entregando o café da manhã.
Chega então o café, eram 8 horas da manhã.
Mais um dia começava sem eu ter dormido.
O baile havia terminado,
mas a ressaca não me deixava esquecer.

2 comentários:
Imagina se tivéssemos ido visitar vcs no hospital?
Tu achas que íriamos sem a danada da "caipira do Aureo"? Nunca. Daí sim a ressaca estaria completa.
Hummm... A caipira do Aureo, nem me fala. Acho que faltou ela pra fazer eu dormir e roncar igual o Miro...rsrsrs.
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