
Enquanto a Monique foi levada para o berçário
acompanhada pelo Miro e pela pediatra,
eu continuei na sala cirúrgica para o fechamento do corte.
Como o centro cirúrgico era ao lado do berçário,
era possível escutar o choro intenso dela.
O que para os médicos era um sinal de pulmão bom,
para mim era um sinal de impotência,
pois queria poder pegar minha filha nos braços e acalmá-la.
Quando fui levada para a Sala de Recuperação (SR),
deixaram-me dar uma espiada ao passar pelo berçário.
Minha pequena estava tomando o seu primeiro banho.
Meu marido veio até mim afagar-me o rosto,
e certificar-se de que estava tudo bem comigo.
Além da alegria de estar vendo minha princesa,
alegrei-me muito quando vi a quantidade de pessoas
que assistiam aquelas senas pela “vitrine” do berçário.
Familiares, parentes, amigos e colegas estavam presentes
compartilhando conosco esse lindo e abençoado momento.
Após ser acomodada na Sala de Recuperação,
esperar por ela estava sendo um grande tormento.
O que me consolava era saber que hoje
já recebemos nossos filhos na sala de recuperação,
pois há pouco tempo atrás isso só era possível no quarto
após já ter passada todo o efeito da anestesia.
Quando recebi minha pequena nos braços
ela estava ainda mais linda, vestida e de banho tomado.
Posso sentir até hoje aquele primeiro cheirinho de bebê.
Ela chorava um choro sentindo de cortar o coração.
Vir ao mundo deve ser uma experiência um pouco
traumatizante para nós, mas por sorte é esquecida.
acompanhada pelo Miro e pela pediatra,
eu continuei na sala cirúrgica para o fechamento do corte.
Como o centro cirúrgico era ao lado do berçário,
era possível escutar o choro intenso dela.
O que para os médicos era um sinal de pulmão bom,
para mim era um sinal de impotência,
pois queria poder pegar minha filha nos braços e acalmá-la.
Quando fui levada para a Sala de Recuperação (SR),
deixaram-me dar uma espiada ao passar pelo berçário.
Minha pequena estava tomando o seu primeiro banho.
Meu marido veio até mim afagar-me o rosto,
e certificar-se de que estava tudo bem comigo.
Além da alegria de estar vendo minha princesa,
alegrei-me muito quando vi a quantidade de pessoas
que assistiam aquelas senas pela “vitrine” do berçário.
Familiares, parentes, amigos e colegas estavam presentes
compartilhando conosco esse lindo e abençoado momento.
Após ser acomodada na Sala de Recuperação,
esperar por ela estava sendo um grande tormento.
O que me consolava era saber que hoje
já recebemos nossos filhos na sala de recuperação,
pois há pouco tempo atrás isso só era possível no quarto
após já ter passada todo o efeito da anestesia.
Quando recebi minha pequena nos braços
ela estava ainda mais linda, vestida e de banho tomado.
Posso sentir até hoje aquele primeiro cheirinho de bebê.
Ela chorava um choro sentindo de cortar o coração.
Vir ao mundo deve ser uma experiência um pouco
traumatizante para nós, mas por sorte é esquecida.
Era hora de tentar dar o peito para ela.
Sem poder mexer-me direito por estar anestesiada
fui auxiliada pelas técnicas de enfermagem.
Quando a Monique sentiu o cheiro do meu peito
parecia um porquinho “fuçando” em uma leitoa.
Ela sabia que ali tinha algo que queria,
porém ainda não sabia como sugar.
Pronto... Agora eu já tinha ela nos braços.
E se a gravidez e o parto já faziam eu
sentir-me uma mãe de verdade,
com certeza aquele momento me fazia muito mais.
Sem poder mexer-me direito por estar anestesiada
fui auxiliada pelas técnicas de enfermagem.
Quando a Monique sentiu o cheiro do meu peito
parecia um porquinho “fuçando” em uma leitoa.
Ela sabia que ali tinha algo que queria,
porém ainda não sabia como sugar.
Pronto... Agora eu já tinha ela nos braços.
E se a gravidez e o parto já faziam eu
sentir-me uma mãe de verdade,
com certeza aquele momento me fazia muito mais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário