
Quinze dias de atestado.
De inicio a ideia até parecia boa,
mas o gesso na perna e o par de muletas
me fizeram ver que não seria tão fácil assim.
Dormir era quase impossível.
Banho sozinha super complicado.
Sem contar que escorreguei 3 vezes no banheiro
por causa das benditas muletas.
A situação me deixava muito insegura,
e junto um medo enorme de cair novamente.
Chorei direto de quarta de manhã,
até a sexta final de tarde.
Então fui em outro traumatologista,
que entendeu a minha situação
e achou mais seguro tirar o gesso.
Mobilizei a perna com uma proteção elástica,
e além de outros cuidados, comecei com a fisioterapia.
Enfim, sem aquele peso e desconforto,
comecei a curtir os meus dias em casa.
Acho que foi a partir desse momento,
que comecei a curtir também a minha gravidez.
Eu estava muito feliz com a minha gravidez,
mas não havia tido tempo de curtir esse momento.
E agora era diferente, até mesmo conversar com a barriga,
pois sabendo que era menina, já podia chamar pelo nome.
Além de estar bem descansada,
conseguia fazer as refeições corretamente,
sem precisar pular horários.
Literalmente fiquei de pernas pro ar.
Tive tempo pra mim e pra ela,
e isso estava sendo muito bom.
Como o pé me impedia de sair de casa,
acabava passando horas na internet,
coloquei os e-mails em dia, além
de conversar com amigos por orkut e msn.
E foi em uma dessas conversas
que minha prima Miria sugeriu que eu
criasse um blog sobre a minha gravidez.
Na verdade eu já vinha escrevendo
algumas coisas da gravidez em um caderno
(confesso que estava meio desatualizado com os fatos)
e então, a ideia do blog me empolgou bastante.
Mesmo que ninguém viesse a ler as minhas postagens,
o fato de imaginar que a Monique um dia pudesse ler
e quem sabe sentir orgulho da nossa história,
já era suficientemente animador para mim.
Enfim... 15 dias de pernas pro ar,
mas com mãos firme no teclado do computador.
De inicio a ideia até parecia boa,
mas o gesso na perna e o par de muletas
me fizeram ver que não seria tão fácil assim.
Dormir era quase impossível.
Banho sozinha super complicado.
Sem contar que escorreguei 3 vezes no banheiro
por causa das benditas muletas.
A situação me deixava muito insegura,
e junto um medo enorme de cair novamente.
Chorei direto de quarta de manhã,
até a sexta final de tarde.
Então fui em outro traumatologista,
que entendeu a minha situação
e achou mais seguro tirar o gesso.
Mobilizei a perna com uma proteção elástica,
e além de outros cuidados, comecei com a fisioterapia.
Enfim, sem aquele peso e desconforto,
comecei a curtir os meus dias em casa.
Acho que foi a partir desse momento,
que comecei a curtir também a minha gravidez.
Eu estava muito feliz com a minha gravidez,
mas não havia tido tempo de curtir esse momento.
E agora era diferente, até mesmo conversar com a barriga,
pois sabendo que era menina, já podia chamar pelo nome.
Além de estar bem descansada,
conseguia fazer as refeições corretamente,
sem precisar pular horários.
Literalmente fiquei de pernas pro ar.
Tive tempo pra mim e pra ela,
e isso estava sendo muito bom.
Como o pé me impedia de sair de casa,
acabava passando horas na internet,
coloquei os e-mails em dia, além
de conversar com amigos por orkut e msn.
E foi em uma dessas conversas
que minha prima Miria sugeriu que eu
criasse um blog sobre a minha gravidez.
Na verdade eu já vinha escrevendo
algumas coisas da gravidez em um caderno
(confesso que estava meio desatualizado com os fatos)
e então, a ideia do blog me empolgou bastante.
Mesmo que ninguém viesse a ler as minhas postagens,
o fato de imaginar que a Monique um dia pudesse ler
e quem sabe sentir orgulho da nossa história,
já era suficientemente animador para mim.
Enfim... 15 dias de pernas pro ar,
mas com mãos firme no teclado do computador.

2 comentários:
Eu te leio sempre.
Comigo vc pode contar. Todos os dias dou uma passadinha.
Abraço
Que bom!!!
Fico feliz de saber que não sou esquecida.
Sinceramente, até fiquei surpresa quando vi que já tinha um comentário. Como você já disse na minha postagem anterior, preciso me agilizar. Beijão.
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