Dês que saí do apartamento, e fui morar numa casa,os cachorros passaram a fazer parte da minha vida.
Eu já tinha cinco, e parecia impossível ter mais um.
Em abril desse ano (2008), uma das cadelas deu cria,
e eu me apaixonei imediatamente por uma cachorrinha.
Era uma Chow Chow cinza e muito fofa.
Apesar de ter sido bem contrariada pelo meu marido,
ele acabou cedendo e deixou que eu ficasse com ela.
A partir daquele momento, a Dolly virou da família
e passou a ser a "minha menina”.
Lenços umedecidos e talcos de bebê faziam parte
do seu dia-a-dia como de toda criança.
Era gratificante chegar em casa e pegar
a “minha menina” no colo.
Certo domingo fui passear na minha mãe
e levei a Dolly junto comigo.
Minha tia que também estava lá,
perguntou pra mim pelos filhos,
e então eu respondi:
“Para algumas pessoas Deus dá Filhos,
Para outras pessoas Deus dá Cachorros.”
E esse fato já não me entristecia mais.
Porém, assustava um pouco as pessoas.
Pois nem todos entendem um “Amor Canino...”


2 comentários:
Mas nós entendemos muito bem esse tal amor canino né amiga....e como está a Dolly???? Saudades daquela fofura, deve estar enorme né? Beijos
É, pessoas com a tua sensibilidade
com certeza saberão entender.
A Dolly está bem, e linda!
Sempre olho pra ela com olhos de gratidão.
De certa forma, ela me fez esquecer o que mais me perturbava.
E isso me ajudou muito nesta conquista.
Ontem mesmo olhei pra ela e a chamei de "minha menina".
Tenho medo de estar de certa forma "ofendendo" a Monique, mas também não posso passar a desprezá-la.
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