quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Amor Canino...

Dês que saí do apartamento, e fui morar numa casa,
os cachorros passaram a fazer parte da minha vida.

Eu já tinha cinco, e parecia impossível ter mais um.

Em abril desse ano (2008), uma das cadelas deu cria,
e eu me apaixonei imediatamente por uma cachorrinha.
Era uma Chow Chow cinza e muito fofa.

Apesar de ter sido bem contrariada pelo meu marido,
ele acabou cedendo e deixou que eu ficasse com ela.

A partir daquele momento, a Dolly virou da família
e passou a ser a "minha menina”.

Lenços umedecidos e talcos de bebê faziam parte
do seu dia-a-dia como de toda criança.

Era gratificante chegar em casa e pegar
a “minha menina” no colo.

Certo domingo fui passear na minha mãe
e levei a Dolly junto comigo.
Minha tia que também estava lá,
perguntou pra mim pelos filhos,
e então eu respondi:

“Para algumas pessoas Deus dá Filhos,
Para outras pessoas Deus dá Cachorros.”

E esse fato já não me entristecia mais.
Porém, assustava um pouco as pessoas.



Pois nem todos entendem um “Amor Canino...”

2 comentários:

Rúbia Germine disse...

Mas nós entendemos muito bem esse tal amor canino né amiga....e como está a Dolly???? Saudades daquela fofura, deve estar enorme né? Beijos

Sandra Mara da Rosa disse...

É, pessoas com a tua sensibilidade
com certeza saberão entender.
A Dolly está bem, e linda!
Sempre olho pra ela com olhos de gratidão.
De certa forma, ela me fez esquecer o que mais me perturbava.
E isso me ajudou muito nesta conquista.
Ontem mesmo olhei pra ela e a chamei de "minha menina".
Tenho medo de estar de certa forma "ofendendo" a Monique, mas também não posso passar a desprezá-la.